quarta-feira, dezembro 20, 2006

Momentos da vida em que penso que o melhor é não pensar

Uma amiguinha minha viu os meus bicos de lacre e pediu à mãe para lhe comprar, porque adorou os bichos.
Lembrei-me de lhe oferecer um exemplar.
Lá fui à loja dos bichos para comprar, quando a funcionária me informa que já não comercializa esta espécie porque está proíbido por lei, visto tratar-se de aves tropicais. E a sua importação impõe uma série de restrições e bla bla bla ...
Quando me passou o estado de choque em que fiquei, lembrei-me de mais uma loja de bichos na cidade, ali muito perto, e pensei cá com os botões da camisa: - ora vamos lá tirar as dúvidas todas.
Ao entrar na loja dou de caras, com uma gaiola enorme que continha uns 6 ou 7 bicos de lacre, felizes e contentes a piar de um poleiro para o outro. Nem toquei na informação que tinha da outra loja, e de lá vim com um belo piu-piu.
OraS, a ave tropical que não se pode importar, porque a lei nha nha nha ... canta muito bem. E custou-me €6,00.
PortantoS, PIIIIU

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Zéliaaaaaaaaa

Não me esqueci ...

E os meus vícios/manias/hábitos são:
1. Ter uma preguiça monumental para levantar dinheiro no multibanco, carregar o saldo dos telemóveis, e atestar o depósito do carro.
2. Adormecer com a televisão ligada. (com o timer do comando ali ao lado)
3. Enrolar uma ponta de folhas de revista, guardanapos, tudo o que seja papel, até que se desfaçam nos dedos ('ca triste, isto dura desde que me lembro)

4. Outras preguiças monumentais: passar a ferro e limpar o pó.
5. Tratar melhor os outros que a mim própria

encomendado por:
http://www.zeliaoliveira.blogspot.com/

Não tenho vitimas, mas estas confissões fazem muito bem à saúde, portantoS, voluntários aceitam-se.

domingo, dezembro 10, 2006

40

and better than ever.

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Pliiiiiing!


Já abri a pestana. Mas agora nao me apetece mostrar-vos o meu olho azul. Toing!
Esta foto tem o patrocínio da tia C. porque a dona é uma azelhaca nisto das fotos.
E também, anda tão cansada com aquilo do trabalho que mal acerta com a porta do quarto. 'tou farto de rir. Mas, isto fica entre nós, que ninguém nos lê. sshhhhh

sábado, dezembro 02, 2006


Olarés.
Eu sou o tal do Sting.
Pedi para escreverem este post porque ainda não abri os olhos. (também, tenho 12 dias de existência, nada de grandes exigências).
E até calha bem, porque a dona tem tirado tantas fotos que me cegava, se já tivesse os olhos abertos.


Bem, vou ali mamar, que é o que sei fazer melhor. Por enquanto.



quarta-feira, novembro 22, 2006

Yeeeesssss

Esta minha amiguinha aqui em cima ofereceu-me uma das prendas mais bonitas que ja recebi em toda a minha vida.
Nasceu a 20 de Novembro, ás 20:00h, com cerca de alguns (poucos) gramas, tem pêlo castanhito claro e é o grande responsável pelos inúmeros litros de baba que me andam a cair queixo abaixo. Chama-se Sting.

Preparam-se agora as primeiras fotos e palpita-me que este blog vai tornar-se a coisa mais lambuzada que o Blogger já viu.

sábado, novembro 18, 2006

sexta-feira, novembro 17, 2006

2


Dois destes.
Dois belos arco-iris que avistei logo de manhã.
Lado a lado.
Adoro vê-los.
Bom fim de semana.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Fico extraordinariamente triste quando chego à conclusão que alguém que me conhece há kilometros de anos ainda não tenha percebido que eu tenho amigos com quem desabafar e se o não faço com essa mesma pessoa, não quer dizer que não o faço com esses amigos. A amizade, como tudo aliás, não se impõe, conquista-se ou oferece-se.
E muito menos se exige. Quanto muito pede-se.

Mas também fico extraordinariamente feliz quando encontro cogumelos nos jardins. (Não dá para explicar, prontoS).

Ainda assim, enerva-me solenemente quando descubro que me falta um CD. Que não emprestei a ninguém. Logo, foi-me sacado do cacifo que tinha na rádio. (As coisas que eu descubro, passados 5 anos de ter deixado a rádio). Mas apeteceu-me ouvir Ks’Choice. (Isto pode ter a ver com os poucos pedaços da novela “Jura” que, mal e porcamente, tenho vindo a acompanhar, digamos, para que possa dizer que acompanho alguma coisa).

No entanto, fico babada quando alguém me oferece o “One Voice” da Barbra Streisand, que eu tinha referido há 1500 anos (sem exagero) atrás, como um dos meus albuns preferidos de sempre. (e de facto esse album continua a ser um calmante bem melhor que os “ValdIspert’s” e assim essas coisas).

Ainda não sei como dizer a certa pessoa, (gajas - ooh raça!) quando me diz: - “outra como eu é que tu já não vais encontrar.”, que, se quisesse outra assim, tinha ficado com ela. Mas, calhando vai ser à bruta. E depois sou bruta! Pois!

Obviamente que sinto saudades de me entregar ás ondinhas do mar (ainda vou, ao fim-de-semana molhar os pezinhos, quando não chove, e já não é nada mau).

Oh! Então e as saudades de algumas queridas amigas que não tenho tenho tido tempo, ou oportunidade, para visitar? (isto então, arrasa-me tipo “poff”).

PortantoS, basicamente, ele é casa – trabalho – casa – trabalho. E, eventualmente, trabalho – casa – trabalho – casa.

‘Tou a gostar de lêr o “Preço do Sal”. Parece que é uma obra velhina de “Patricia Highsmith”, a primeira edição é de 1952, nos USA.

‘Tá certoS.

quinta-feira, novembro 02, 2006

"I will cut your scalp off"

No outro dia, fui até à Repartição de Finanças, claro que não foi por boas razões, e um dos funcionários da Repartição vestia uma t-shirt com um belo desenho de um indio comanche (estes têm sempre cara de maus) na frente. Quando o rapaz se virou lá para o arquivo, nas costas da dita cuja peça de roupa lia-se "I will cut your scalp off".

E, ali, naquele departamento do Estado, esta frase fez-me todo o sentido.