Leva-me para casa
Desde os tempos de vedeta dos "queijinhos frescos" até 1999, Lúcia entendeu que a música era o seu caminho. E até acho que acertou. O primeiro albúm "Magnólia" não é um grande registo musical mas deixou a clara mensagem: "voltarei melhor". E voltou. Com o grande "67". Excelente rock, com a mãozinha do Nuno Bettencourt (ex-Extreme) a apoiar. E já valeu a pena estar neste mundo (no da música). Entretanto, depois de uma breve incursão pelo cinema, editou recentemente "Leva-me para casa" e tenho estado a ouvir aqui, e tenho estado a gostar e ... é um trabalho, não tão rock, mas sereno, com alguns registos "bonitos" mas sem o tal paladar rockeiro que "67" imprimiu, e que lhe fica tão bem. Muito bem, Lúcia. Volte sempre.
A propósito, morzinho, podemos ver o "love actually" qualquer dia destes?









